
Vereadores do PS realçam compromisso da Associação Académica com a resolução dos problemas dos estudantes da UA
Os vereadores do PS na Câmara Municipal de Aveiro Rui Castilho e Isabel Vila Chã, reuniram com a presidente da AAUAv - Associação Académica da Universidade de Aveiro, Joana Regadas, visando «identificar oportunidades e soluções para as dificuldades com que a comunidade académica se confronta atualmente».
Em nota de imprensa, salientaram que saíram do encontro seguros do compromisso da AAUAv com «a identificação de soluções que valorizem a experiência de cada estudante, promovendo o seu percurso académico e pessoal, e com a construção de relações duradouras com o território, reforçando o papel da universidade na comunidade».
Os autarcas socialistas sublinharam que é «muito relevante o papel da Câmara Municipal de Aveiro para potenciar o sentido de pertença à comunidade e a uma cidade capaz de adotar os seus futuros habitantes, que neste momento se debatem com problemas graves ao nível da habitação e transportes».
Assinalaram que «um dos maiores desafios enfrentados pelos estudantes da Universidade de Aveiro é encontrar e financiar uma solução de alojamento adequada», com nota de que «muitos despendem diariamente três ou mais horas em deslocações, o que limita a sua disponibilidade para atividades académicas e extracurriculares».
Também enfatizaram que «grande parte do mercado de alojamento estudantil funciona de forma informal, o que gera imprevisibilidade, insegurança e impede o acesso a deduções fiscais e outros apoios». E os valores cobrados «frequentemente excedem um terço do rendimento mínimo garantido (RMG) representando um esforço muito grande para as famílias».
Rui Castilho e Isabel Vila Chã apontaram as soluções de mobilidade como a área em que «as respostas dos poderes públicos poderão ser mais prontas», defendendo que seja ajustada e densificada a rede de transportes, «adequando-a às necessidades dos estudantes e promovendo a articulação destes com a cidade».
A AAUAv, pela voz de Joana Regadas, pediu «a implementação de programas de ação com horizontes alargados, sem descurar a necessidade de intervenções imediatas em situações emergentes».












