Numa nota à imprensa com data de hoje, a IGAS revela que está em curso um processo com o objetivo de verificar se foram cumpridas as regras de acumulação de funções e de remuneração pelo desempenho de atividade clínica assistencial, e garantida a ausência de conflitos de interesses por parte de Rui Guimarães durante o exercício do cargo
Operação decorre nas zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra e envolve cerca de 400 inspetores e peritos da PJ e sete magistrados do Ministério Público
Os acessos em causa terão resultado da utilização das credenciais de um médico por terceiros, afastando a hipótese de terem sido realizados pelo próprio profissional