
Estátuas Vivas sem a enchente de outros anos, mas com o melhor público de sempre
Ontem à tarde, por volta das 16.45 horas, chegada àquela que é uma das ruas mais instagramáveis do mundo, a famosa “rua dos guarda-chuvas coloridos”, a nossa reportagem não conseguiu falar com António Santos, recordista mundial de imobilidade inscrito no Guinness Book of Records, porque o mesmo estava atarefado. O “Staticman”, como é conhecido, estava em cima de um escadote a preparar a performance “Figura Quase Impossível” que desafiava as leis da física, que criou propositadamente para este X Encontro de Estátuas Vivas de Águeda e que ia apresentar de seguida, a partir das 17 horas, tal como já havia feito no dia anterior.
Mas, em contrapartida, o Diário de Aveiro conseguiu trocar impressões com Guilherme Ferreira, produtor e diretor artístico deste evento inserido no programa do AgitÁgueda que já vai na 10.ª edição. O artista performer, que «já faz estátua viva há 20 anos», encontrava-se a dar os últimos retoques na “Mulher Barbuda”, figura provocante do Circo Burlesco Antigo, que criou para um festival de música na Hungria e que tem levado «a outros sítios», incluindo, agora, Águeda.
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