
Região de Aveiro quer ter a maior ZLT da Europa
Abrangendo os concelhos de Aveiro e Ílhavo, são 250 km2 de experimentação em ambiente real. Passado pouco mais de um ano desde a sua criação pelo Governo, através da Portaria n.º 119/2025/1, de 18 de março publicada em Diário da República, a Região de Aveiro “dá-se ao luxo” de não só ter a maior Zona Livre Tecnológica (ZLT) do país, como também «uma caraterística diferenciadora [em relação às outras três que há em Portugal]», combinando «ambientes urbanos, lagunares, marítimos portuários, logísticos rodoferroviários e aéreos».
A singularidade da Zona Livre Tecnológica Aveiro
Aquando do uso da palavra, na sessão de abertura da primeira ““ZLT Aveiro Talks”, que decorreu no PCI - Parque de Ciência e Inovação da Região de Aveiro, Artur Silva fez questão de “puxar” por aquilo que torna a ZLT Aveiro «singular no quadro nacional das zonas livres tecnológicas». A sua singularidade - segundo o recém-empossado reitor da Universidade de Aveiro (UA) -, deve-se à «visão e missão», mas, também, às «parcerias que agrega, competências de que dispõe e diversidade de áreas de teste que abrange».
Artur Silva falou, ontem, em nome da instituição de ensino responsável pela gestão, operação e manutenção da ZLT Aveiro. É, aliás, precisamente, a UA que lidera o consórcio (composto pelas câmaras municipais de Aveiro e de Ílhavo, Instituto de Telecomunicações, Parque de Ciência e Inovação, TICE.PT e a Administração do Porto de Aveiro) que propôs a criação da ZLT Aveiro.
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