
Luso volta a receber o MeaJazz, um festival «eclético e de entradas gratuitas»
O MeaJazz - Jazz, Blues & Wine Fest 2026 está de regresso «ao anfiteatro natural» do Jardim do Lago de Luso, nos dias 3 e 4 de julho, num festival que «celebra a cultura, a música e a identidade da região, criando uma experiência intimista e memorável para todos os públicos, inclusive para as famílias». O recinto contará com vários locais de degustação, entre eles um espaço da Rota da Bairrada, onde o vinho e espumante «se aliarão à música». As entradas são gratuitas e um dos cabeças de cartaz é Luís Martelo, músico natural de Barcouço, que já arrecadou vários prémios a nível internacional.
O evento, que conta com um orçamento de cem mil euros, começa na sexta-feira, dia 3 de julho, pelas 20 horas com o DJ Rui Sousa, seguindo-se Luís Martelo & His Band, Peter Storm & The Blues Society e, pelas 23 horas, Tó Trips & Fake Latinos, que surge após o fim da banda Dead Combo devido ao falecimento de um dos elementos. No sábado (4 de julho), haverá animação de rua, das 17 às 19 horas, com Desbundixie, seguindo-se novamente o DJ Rui Sousa, Cabrita, Mirla Riomar «numa aposta em sons lusófonos», terminando com Frankie Chavez.
«Este festival está a crescer a nível de público, mas também em qualidade e diversidade artística», começou por dizer Pedro Galhoz, curador do evento, que enalteceu o facto «de ter tido cerca de sessenta projetos a quererem estar neste espetáculo». «A escolha é sempre difícil», confessa sobre a programação, que pretende que seja «o mais aberta possível», até porque «o jazz tradicional muitas vezes afunila o público e nós queremos alargar o festival às famílias».
«O grande legado da cultura é o imaterial e a verdade é que o festival ainda não tinha sido anunciado pela agência e as pessoas já nos questionavam sobre o mesmo nas redes sociais», disse ainda, garantindo que «o evento deixou de ser uma experiência para estar efetivamente na agenda nacional».
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










