
Liberdade é «uma marca essencial do aveirismo»
O presidente da Câmara de Aveiro, Luís Souto, assumiu que é necessário encontrar «novos formatos» para assinalar efemérides históricas como o Dia dos Mártires da Liberdade, ontem celebrado na cidade em evocação das figura ilustres da cidade que, a 16 de maio de 1828, tomaram parte na revolução liberal contra o absolutismo monárquico instalado por D. Miguel em Portugal.
«Temos de cativar os jovens e envolvê-los» para melhor transmitir a «ideia de liberdade» associada à cerimónia anual promovida pelo município a cada 16 de maio, afirmou o autarca na Praça Dr. Joaquim Melo Freitas, onde foi erigido um monumento de homenagem aos Mártires da Liberdade.
A data celebra os «atos heróicos» de quem há quase dois séculos «deu a própria vida pela liberdade». «Temos de procurar novas formas de passar a mensagem, que é uma marca essencial do aveirismo e da nossa identidade», afirmou o atual líder do município, dando nota da importância de «não se perder essa memória». «Um povo que não tem memória e respeito pelo seu passado não tem futuro», advertiu na sessão pública de ontem, à qual compareceram representantes de alguns partidos políticos locais.
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