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Aguada de Cima não se constrói só com a junta, constrói-se com cidadãos ativos

A cumprir o primeiro mandato à frente da Junta de Freguesia de Aguada de Cima, Carlos Tavares defende uma liderança assente na «proximidade, transparência e civismo». O associativismo, diz, é o principal pilar da freguesia

A dois dias do início da Romaria às Almas Santas da Areosa, uma das maiores da região da Bairrada, o Diário de Aveiro falou com o presidente da Junta de Freguesia de Aguada de Cima, em Águe­da. Segundo o autarca, os principais desafios da freguesia são a carência de infraestruturas e a falta de civismo de alguns cidadãos.

Diário de Aveiro: No passado dia 22 de outubro, tomou pos­se como presidente da jun­­ta de freguesia, dizendo ter orgulho de trabalhar para Aguada de Cima. Quais são as suas prioridades e objetivos principais ao lon­go deste mandato?
Carlos Tavares: A prioridade deste mandato é aproximar a política da população, garantindo respostas rápidas, objetivas e eficazes para resolver os problemas reais das nossas pessoas. Queremos governar com esperança e confiança no futuro, trabalhan­do todos os dias para melhorar a qualidade de vida da nossa comunidade. Os desafios que en­frentamos são, em grande par­te, semelhantes aos de muitas outras localidades. Entre as principais preocupações, destacam-se sobretudo algumas carências ao nível das infraestruturas. No entanto, já conseguimos dar resposta em duas localidades, nomeadamente ao nível do saneamento básico e do alcatroamento.

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Abril 9, 2026 . 09:30

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