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Noite tranquila em Ovar onde mercado municipal está disponível para estacionamento

O Município de Ovar tem tido várias ruas cortadas temporariamente, devido a lençóis de água

A noite foi “tranquila” em Ovar em termos de mau tempo, disse hoje de manhã fonte dos bombeiros locais, e a Câmara continua a disponibilizar o recinto do Mercado Municipal para estacionamento de viaturas habitualmente parqueadas junto ao rio.

A medida foi implementada por essa autarquia do distrito de Aveiro para garantir um espaço de estacionamento mais seguro aos moradores que residem junto ao rio Cáster, para evitar situações como a que terça-feira levou à inundação de carros e garagens coletivas devido ao rápido extravasar desse curso de água no centro da cidade.

“O Mercado Municipal estará aberto e disponível para estacionamento gratuito. Com esta medida, a autarquia procura colmatar os problemas resultantes das cheias verificadas no centro da cidade nas últimas horas”, disse fonte da Câmara.

Com situação de calamidade decretada desde 01 de fevereiro, o Município de Ovar tem tido várias ruas cortadas temporariamente, devido a lençóis de água, estando a Comissão Municipal de Proteção Civil a fazer “um acompanhamento permanente no terreno da evolução das intempéries”.

Mesmo assim, a Câmara apela a que a população antecipe situações de risco e adote “comportamentos preventivos”, como o de evitar a circulação e o estacionamento junto ao rio, em zonas de ria e em praias com grande agitação marítima, como as do Furadouro e Maceda.

Em Portugal, desde o dia 28 de janeiro já várias pessoas morreram na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram ainda centenas de feridos e de desalojados.

Inundações, cheias e a destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos públicos são as principais consequências do mau tempo, de que também vem resultando a queda de árvores e estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de eletricidade, água e telecomunicações.

Com as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo a serem as mais afetadas, o Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 de fevereiro para 68 concelhos.

Fevereiro 11, 2026 . 10:45

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