
O cenário mudou e os prejuízos apareceram em poucas horas
O cenário encontrado, ontem de manhã, em vários pontos da região de Aveiro, após a passagem da tempestade Kristin durante a última madrugada, foi caracterizado, essencialmente, por árvores tombadas, algumas sobre carros estacionados, e telhados soltos, constituindo as imagens mais marcantes. Mas, também, continuam as cheias e inundações da chuva que acompanharam a passagem da depressão pelo continente.
Há danos relevantes em vários pontos da região, principalmente no interior, com o desprendimento de estruturas fixas ou coberturas, e, continuando, como se tem verificado nos dias anteriores, várias estradas e caminhos fechados à circulação do trânsito.
O Centro foi a região do país afetada de forma mais violenta pela tempestade, como se verificou em Leiria (onde há registo de vítimas mortais), além de Coimbra, Lisboa, Setúbal e Santarém (ver textos nas páginas seguintes), e, tal como as previsões indicavam, Aveiro, inclui-se neste grupo, mas com consequências menos gravosas.
Na região, o caso mais grave verificou-se no Luso, com a queda de uma árvore de grande porte sobre uma casa, desalojando o morador, um homem, de 91 anos (ver texto na página ao lado). Outra casa atingida na zona foi a do artista José Cid, em Mogofores, onde uma árvore destruiu parte do edifício, assim como uma terceira, em Avelãs de Cima, embora com menores danos.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:











