
Gafanha bem mais forte do que o vizinho NEGE
Vinte e seis anos depois, Gafanha e NEGE voltaram a defrontar-se em jogos oficiais. A formação da Gafanha da Nazaré, como melhor equipa que é, confirmou o seu favoritismo com a obtenção de um triunfo por 5-1 sobre o conjunto vizinho da Gafanha da Encarnação. Foram precisos apenas dois minutos para o Gafanha inaugurar o marcador por intermédio de Guilherme Rodrigues, mas sete minutos depois, o NEGE, por intermédio do avançado brasileiro Vinicius, empatou o dérbi naquela que foi a única aproximação do conjunto visitante à baliza contrária durante toda a primeira parte.
O empate não afetou a equipa de Rui Neves que foi desperdiçando situações de golo em série, ora por inoperância dos seus jogadores mais avançados, ora por mérito do guarda-redes Martim Loureiro, que ia adiando o que parecia inevitável. E assim foi. No último minuto do primeiro tempo, Guilherme Rodrigues bisou e voltou a colocar a equipa da casa em vantagem.
Sobre a segunda parte, pouco há contar, dada a clara superioridade do Gafanha, materializada em mais três golos e na obtenção de um resultado final (5-1) que traduz perfeitamente a história de um jogo desnivelado e de duas realidades diferentes: de um lado, o Gafanha continua a mostrar qualidade para poder subir à 1.ª Divisão Distrital; do outro, uma NEGE, muito jovem, com menos argumentos e que continua a lutar pela melhor posição possível.
Destaque para o jovem avançado formado no Beira-Mar, Guilherme Rodrigues, que na segunda parte, ao beneficiar da marcação de uma grande penalidade que deu a sensação de ter sido mal assinalada, completou o “hat-trick”.










