
Governo quer Portugal na linha da frente da bioeconomia azul
O Pacto da Bioeconomia Azul foi o mote do debate promovido ontem no auditório do Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro (ISCA-UA). Fruto de uma candidatura às agendas mobilizadoras para a Inovação Empresarial, previstas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o programa visa investir cerca de 139 milhões de euros, até 2026, no desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços resultantes da incorporação de bens da bioeconomia azul em novas ou já existentes cadeias de valor de diferentes áreas, com a transformação de recursos vivos marinhos.
O desenvolvimento de biomateriais, a produção de vivalves, a criação de novos produtos alimentares e textêis, fomentar a indústria das algas ou a produção de novas rações animais de base marinha são apenas alguns dos planos já em ação desta iniciativa, levada a cabo por um consórcio composto por mais de 80 entidades nacionais, desde empresas a Centros de Investigação e Desenvolvimento, CoLABs e universidades, tais como a UA.
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