
Sentir Aradas questiona Catarina Barreto e critica «silêncio» de Luís Souto
O Movimento Independente Sentir Aradas, oposição à maioria PSD, questiona a presidente daquela autarquia, Catarina Barreto (PSD), por estar inscrita e utilizar a ADSE «apesar de não ter direito a este subsistema de saúde» reservado a trabalhadores com vínculo à administração pública - o que não é o caso dos eleitos locais», tal como noticiou a RIA.
Com três eleitos na assembleia de freguesia, autor da ação no Tribunal Administrativo e Fiscal, que condenou a junta a facultar o acesso a diversa documentação, questiona também a «utilização indevida de cuidados de saúde», assinalando que «todos os descontos foram indevidamente efetuados».
A social-democrata «procedeu à regularização do processo» e «devolveu à ADSE todos os valores indevidamente usufruídos relativamente a cuidados de saúde», mas só depois de notificada. Perante o caso, os independentes admitem haver «cumplicidade do candidato Luís Souto Miranda», da coligação PSD-CDS-PP à Câmara de Aveiro. Pergunta o movimento: «Conhece Luís Souto Miranda os documentos que chegaram à ADSE? Acredita mesmo que Catarina Barreto é inocente? Que autoridade perante os aradenses e os aveirenses tem um homem que faz um pacto de silêncio que desrespeita a decisão do tribunal de obrigar a Dr.ª Catarina Barreto a tornar público os documentos?». O movimento questiona ainda: «Como se inscreveu», «que documentos seguiram dos meios da junta para a ADSE?», «quem aprovou a inscrição» e se «houve mais alguns elementos do executivo que foram inscritos ilegalmente».












