
“Patrulha da Floresta” do CASCI previne incêndios em Ílhavo e Aveiro
Arrancou mais uma edição da “Patrulha da Floresta”, um projeto promovido pelo CASCI (Centro de Ação Social do Concelho de Ílhavo), através da resposta do Centro Comunitário, que mobiliza jovens entre os 14 e os 30 anos para ações de vigilância florestal, sensibilização ambiental e cidadania ativa.
A formação inicial contou com Paulo Sousa, 2.º comandante dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, que deu as boas-vindas aos cerca de 120 patrulheiros envolvidos nesta missão.
Nestes meses de verão, patrulham áreas sensíveis dos concelhos de Ílhavo e Aveiro, contribuindo para a prevenção de incêndios florestais, conservação da biodiversidade e sensibilização das populações locais sobre boas práticas ambientais.
Uma equipa feminina faz patrulhamento diário de bicicleta pelas zonas de Oliveirinha, Granja, Requeixo e Eirol, para vigiar as áreas florestais e identificar situações que podem originar incêndios. Mantém-se atenta a sinais de fumo, lixo mal acondicionado ou qualquer outro comportamento que possa favorecer a propagação do fogo.
«Já tivemos a oportunidade de detetar alguns incêndios ainda na fase inicial e conseguimos alertar de imediato os bombeiros», contaram as patrulheiras, que assumem «um papel essencial na prevenção e no combate aos incêndios».
Orgulhosas por integrarem a «linha da frente na proteção das florestas», as jovens salientaram que também trabalham na sensibilização da população, explicando como agir em caso de incêndio, esclarecendo dúvidas e partilhando conselhos práticos para prevenir comportamentos de risco.
Uma equipa masculina do projeto tem vindo a realizar patrulhamento nas zonas de Oliveirinha e Mamodeiro, com o compromisso de contribuir ativamente para a prevenção de incêndios florestais. O turno decorre das 9 às 14 horas, de segunda a sexta-feira, com percursos de bicicleta, durante os quais os jovens estão atentos à floresta e sinalizam qualquer ocorrência relevante, nomeadamente amontoados de lixo, focos de incêndio, hidrantes danificados ou outras situações que possam prejudicar o ambiente. Também se disseram «orgulhosos» por este serviço, com nota de que conseguiram «detetar focos de incêndio em fase inicial, permitindo uma resposta mais rápida e eficaz por parte das autoridades competentes». Descreveram o seu patrulhamento como «uma experiência muito positiva».












