
«Temos mais de 80 associados que representam 600 hectares de mirtilo»
Diário de Aveiro: Quando foi criada a Associação Nacional de Produtores de Mirtilo? Quem a fundou? Quais os seus propósitos?
Carlos Adão: A Associação Nacional de Produtores de Mirtilo (ANPM) surge no contexto de um grupo informal de produtores, que partilhavam informação sobre as suas explorações, que falavam frequentemente sobre os desafios da cultura e que se apoiavam na procura das melhores práticas agrícolas e de gestão da cultura.
Foi neste espírito, de estímulo à aprendizagem informal, ao “networking” e ao apoio entre pares, que o grupo foi amadurecendo a ideia da necessidade de existir uma entidade de âmbito nacional, sem fins lucrativos nem interesses comerciais, que se concentrasse na representação e defesa dos interesses dos produtores, que contribuísse para a divulgação e estímulo ao consumo do mirtilo, que se envolvesse na organização da fileira e de eventos orientados para o desenvolvimento de competências e melhoria da qualidade na produção de mirtilo.
Formalmente constituída no início de 2019, a ANPM está, hoje, sediada em Sever do Vouga, mas com uma abrangência verdadeiramente nacional, com associados e membros dos órgãos sociais, distribuídos de norte a sul do país.
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