
Conversa sobre a indústria cerâmica de Aveiro nos séculos XIX e XX
A segunda sessão do ciclo de conversas “Argilas de Aveiro: um património histórico e geológico” acontece hoje na Fábrica Centro Ciência Viva, desta vez sobre a indústria cerâmica de Aveiro dos séculos XIX e XX. A iniciativa tem início às 21 horas e tem entrada livre.
A cerâmica faz parte da história de Aveiro há mais de dois mil anos. Desde os tempos dos romanos e árabes há vestígios desta arte milenar, como o forno cerâmico descoberto em Eixo, datado da época romana. Mas foi no século XIX que a cerâmica ganhou verdadeiro impulso, com o surgimento de indústrias que colocaram Aveiro no mapa nacional deste setor. O tema será abordadas pelo investigador Manuel Ferreira Rodrigues, do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro (UA), que será o convidado desta segunda sessão.
A terceira e última conversa acontece a 17 de maio (15 horas) com o professor Galopim de Carvalho, que orientará uma conversa sobre as argilas e os barreiros de Aveiro. Este investigador, conhecido pelos seus estudos sobre dinossauros em Portugal, realizou uma investigação sobre o barreiro situado junto ao Centro de Congressos de Aveiro, antiga Fábrica Jerónimo Pereira Campos. Na mesma data, segue-se outra conversa que terá por tema “Argilas na saúde”, com Carla Candeias, do Departamento de Geociências da UA.
O ciclo “Argilas de Aveiro: um património histórico e geológico” é uma iniciativa da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e do Departamento de Geociências da UA.











