Autor de atropelamento mortal com fuga (em Mamodeiro) julgado por homicídio

Confessou que conduzia o automóvel, mas, na altura, terá sido aconselhado a não se entregar à GNR por estar convicto de que não havia provas do seu envolvimento no crime

Jornalista: 
Diana Cohen

Dois anos após a morte de João Maia, na EN 235, em Mamodeiro, depois de ter sido colhido por um automóvel que não parou, o suspeito do atropelamento começou a ser julgado no Tribunal de Aveiro.
Cláudio C., de 37 anos, com residência em Coimbra, defendeu-se das acusações do Ministério Público (MP) alegando que, no momento do embate (cerca das 5.45 horas), “estava escuro” e, ainda que se tenha apercebido de que abalroou algo, não viu “o que era”. Disse, ainda, que se tentou desviar, mas, como temeu que se tratasse de uma tentativa de assalto, decidiu prosseguir a marcha, avançou, ontem, o sítio informativo “NoticiasdeAveiro”.
O arguido, citado pela mesma fonte, referiu, também, que circulava “devagar” – o MP concluiu que seguia em excesso de velocidade – e que só teve a certeza de que atropelara uma pessoa quando um colega de trabalho, que passou naquele local, descreveu o acidente.

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