Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Adriano Callé Lucas

Um caminho doceiro para valorizar a cidade


quarta, 13 junho 2018
Entre sete doces que já são marca de Coimbra, há características comuns: muitos ovos utilizados na sua confecção, seguindo a tradição conventual, o açúcar que lhe confere o doce, alguma amêndoa e vários outros ingredientes. Mas acima de tudo, há em comum o facto de pertencerem todos ao património doceiro da cidade, que os estabelecimentos comerciais estão empenhados em dar a conhecer, promovendo em simultâneo a economia local e uma zona nobre da cidade, que se estende da Alta à Baixa e ainda dá um “pulo” a Santa Clara. São os “Caminhos da Baixa de Coimbra” que, à quarta edição, volta a promover o “Património Doceiro de Coimbra”. O evento arranca esta sexta-feira e, durante um mês, até 15 de Julho, promete “adoçar” os conimbricenses e todos os visitantes com um menu doce a preço mais convidativo. Na Rua João de Ruão “mora” a Cavaca de Coimbra, da pastelaria Moinho Velho, seguindo--se, neste roteiro, passagem pela Rua da Sofia onde a pastelaria Penta coloca em destaque a Arrufada de Coimbra. A paragem seguinte pode ser feita na Praça 8 de Maio e nos Cruzios do Café Santa Cruz, prosseguindo estes “Caminhos da Baixa de Coimbra” até à Rua Ferreira Borges, onde há duas propostas doces: a do Café Nicola, com a Barriga de Freira e a da Brasileira, com o Manjar Branco. Segue-se paragem no Largo da Portagem, onde a Pastelaria Briosa destaca o seu Suspiro, terminando já do lado de lá do rio Mondego, na Rua Carlos Alberto Pinto de Abreu, onde O Cordel promove o Pudim das Clarissas de Coimbra.
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