Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Até o Marquês deu “espreitadela” ao palco que “levou o mundo” à praça


segunda, 17 julho 2017
Durante aproximadamente duas horas e meia, o mundo “visitou” a Praça Marquês de Marialva. E foi tanto o mundo que por ali andou. Se Fátima é o “altar do mundo”, bem se pode dizer que, anteontem à noite, Cantanhede foi o “palco do mundo”. Um espectáculo de qualidade superior, que, tendo em conta o prestígio paulatinamente alcançado ano após ano, sem alvoroço desmedido ou qualquer tipo de aproveitamento mediático, já merecia outras transmissões. O Folk Cantanhede conquistou o estatuto de marca consolidada, fruto do trabalho e da dedicação dos elementos do Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede, que organiza, há 12 anos, a Semana Internacional de Folclore. Sempre com nível... Mesmo com as entradas a serem pagas ao preço de três e dois euros, o recinto teve casa cheia. Sem surpresas, portanto. Houve quem criticasse a decisão do Cancioneiro de Cantanhede vender bilhetes, mas também foram muitos - basta ver a moldura humana presente na Praça Marquês de Marialva - os que concordaram com a contribuição. «É, de facto, muito complicado “agradar a gregos e troianos”», ouviu-se, antes de alguém soltar: «Dois euros por tanta qualidade?». O espectáculo seguiu. E que espectáculo. Quem assistiu às actuações dos 11 grupos ficou com as mãos quentes, tantos foram os aplausos oferecidos aos 250 artistas que passaram pelo palco na gala de encerramento da 12.ª edição do Folk Cantanhede.
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