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| Aveiro: Galopim de Carvalho propõe plano mais ambicioso para o barreiro | | A Câmara tem um plano para valorizar o património arqueológico de 70 milhões de anos do barreiro. Galopim de Carvalho propõe uma maior dimensão para a zona | O paleontólogo Galopim de Carvalho gostaria de ver preservada a zona do barreiro, junto ao Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, onde foram descobertos fósseis animais e vegetais com 70 milhões de anos. O local, que apresenta vestígios de dinossauros, tartarugas e peixes de grandes dimensões, está transformado num charco que o paleontólogo gostaria de ver substituído por um “belíssimo lago”, com a escarpa limpa, como disse ao Diário de Aveiro. Contudo, esta pretensão não se enquadra com o que a Câmara tem previsto para desenvolver naquele local. Embora a autarquia, através da vereadora Maria da Luz Nolasco, mantenha o objectivo de preservar o património geológico, o projecto que tem sido anunciado é diferente do que Galopim de Carvalho, conhecido pelo seu estudo aprofundado dos dinossauros, gostaria de ver naquele local. Tal como já disse a vereadora ao Diário de Aveiro, o barreiro é um “património geológico importante” e a Câmara quer torná-lo “visitável e acessível”. Contudo, no que respeita ao lago, será retirada a água da chuva acumulada durante décadas num leito impermeável. Assim como já se encontram em curso os trabalhos respeitantes à construção de uma plataforma incluída no desenvolvimento de um projecto para uma urbanização. A este propósito, a vereadora fala numa “grande urbanização” a nascer junto ao Centro de Congressos. (Ler artigo completo na edição em papel)
João Peixinho
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