
D.R.
Técnica para identificação de bivalves está a ser desenvolvida
O método utiliza a “assinatura química natural” das conchas que funciona como um código de barras biológico
A Universidade de Aveiro está a desenvolver uma técnica de análise da composição química das conchas de amêijoa japonesa para identificar a origem geográfica do bivalve e combater a rotulagem fraudulenta.
O método utiliza a “assinatura química natural” das conchas que funciona como um código de barras biológico, impossível de falsificar pelas redes de pesca ilegal.
O biólogo Ricardo Calado afirma que a tecnologia valida a proveniência real do produto, mesmo quando a documentação que acompanha o lote é manipulada por infratores.
A Universidade de Aveiro colabora com a Europol para aplicar modelos de inteligência artificial no combate a práticas que ameaçam os ecossistemas.
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Março 5, 2026 . 12:00













