
Coordenador do UpF acusa PSD de Ílhavo de «manipulação» da opinião pública
A subida do IMI, da taxa mínima de 0,3% para 0,35%, proposta pelo executivo de Rui Dias, eleito pela AD - Coligação PSD/CDS, foi travada com os votos contra da oposição, na reunião de câmara privada, realizada no passado dia 18. «A irresponsabilidade da oposição, nomeadamente a amargura e ressentimento do Unir para Fazer, colocam os mais pobres e vulneráveis a pagar mais IMI», escrevem os sociais-democratas ilhavenses, em comunicado enviado ao nosso jornal.
A estrutura local do PSD sublinha que a proposta chumbada pelos vereadores da oposição previa deduções no IMI para famílias com dependentes, reduções de 10% e 20% para imóveis com certificação energética A ou A+ e a isenção total por dois anos para habitações recuperadas e colocadas no mercado de arrendamento acessível, destacando que a rejeição do pacote resultará num agravamento do IMI para 3.202 agregados familiares. «Só posso entender [essas informações] como manipulação da opinião pública, porque nada disso esteve em cima da mesa. O que esteve em cima da mesa foi a passagem do IMI de 0,30 para 0,35», riposta Rui Rufino, coordenador do movimento independente Unir para Fazer (UpF), em declarações ao Diário de Aveiro.
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