
iCase é laboratório onde os telemóveis ganham nova vida
A comemorar dez anos de atividade, a empresa iCase salienta que, em São João da Madeira, há uma porta que dá acesso a um pequeno «laboratório» tecnológico, no qual «os telemóveis ganham nova vida, os preços surpreendem e a confiança não precisa de ser prometida», por poder ser «comprovada por quem lá passa».
Em nota de imprensa, a iCase realçou que é «a única» empresa portuguesa que «ostenta a pontuação máxima» no Trustpilot: 5.0, ferramenta digital que expressa as críticas e análises dos clientes, registando «mais de 3.000 avaliações reais». «Num mercado onde todos dizem ser os melhores, aqui, não é preciso dizer nada - basta procurar o nome e confirmar», vincou.
Instalada no número 238 da Rua Domingos José Oliveira, em São João da Madeira, a iCase “respira” o universo Apple, Samsung e Xiaomi. Mas, «não se limita a isso», também apostando nas reparações e “oferecendo” acessórios, informática, “tablets”, consolas, equipamentos seminovos e, no geral, «soluções para quem procura gastar pouco ou, simplesmente, gastar bem».
A sua fórmula de negócio «é simples: margens pequenas - clientes grandes». De acordo com João Silva, um dos responsáveis, nesta empresa preferem «ganhar menos por produto e ganhar pessoas para o futuro».
A iCase foi criada em 2015, pela ação de João Ramalho, com a ideia de «reparar bem, vender usado com qualidade e tratar cada cliente como alguém conhecido». E, aos poucos, a empresa instalou-se em Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Fajões (vila do município de Oliveira de Azeméis). Enquanto muitas lojas físicas «tentavam sobreviver», esta firma «percebeu que o futuro ia passar pelo computador». Então, «fechou as portas, abriu o computador e explodiu!».
João Silva juntou-se, entretanto, ao negócio, «quase por brincadeira, mas a aposta foi séria». Venderam produtos novos, começaram a destacar-se no KuantoKusta (comparador de preços e compras “online”) «e, de repente, as avaliações não paravam de chegar».
Quando perceberam que mais de 90 por cento do volume vinha da Internet, os responsáveis decidiram regressar a um espaço físico, «não por estatuto, mas porque a tecnologia também precisa de um balcão, de um rosto, de duas mãos a reparar um telemóvel à frente do cliente».
Quanto ao futuro, «não passa por «abrir lojas em série», apontando para «um crescimento sólido», rumo à transformação em «distribuidor local», dotado de «armazém próprio e oferta tanto para consumidores como para empresas». O objetivo «não é ser maior; é continuar a ser o mais fiável», garantem.












