
Sandoz chegou à cidade com rastreios gratuitos
A iniciativa “Sandoz em Marcha” passou esta quinta e sexta-feira pela Praça Marquês de Pombal, em Aveiro, levando à população diversos rastreios e serviços gratuitos de prevenção e acompanhamento em saúde. A ação resulta de uma parceria entre a Sandoz e o grupo First Pharma, integrando uma campanha nacional que irá percorrer 16 localidades do país.
A unidade móvel disponibilizou rastreios nas áreas cardiovascular, metabólica, respiratória, venosa, digestiva, óssea e dermatológica, permitindo aos utentes realizar uma avaliação inicial e receber aconselhamento farmacêutico personalizado.
Em declarações ao Diário de Aveiro, Alberto Azevedo, administrador da First Pharma, explicou a escolha de Aveiro para acolher esta etapa do projeto. «Fomos desafiados pela Sandoz para integrar esta iniciativa enquanto grupo nacional que reúne várias farmácias. Aveiro e Ílhavo são zonas onde temos uma forte presença e, por isso, fazia todo o sentido escolher Aveiro como uma das paragens deste projeto», afirmou.
Segundo o responsável, a adesão da população superou as expectativas. «A participação tem sido muito positiva e até uma surpresa para nós. Isto demonstra que existe necessidade deste tipo de apoio e que muitas pessoas apreciam o acompanhamento de maior proximidade. Dentro das nossas possibilidades, queremos facilitar esse acesso», referiu Alberto Azevedo.
A organização estima a participação de mais de uma centena de pessoas por dia. Sofia Lopes, representante da Sandoz, explicou que a ação já permitiu identificar alguns casos que necessitaram de encaminhamento médico. «O principal objetivo desta iniciativa é a prevenção e a sensibilização para a saúde. Temos encontrado várias situações que exigem acompanhamento e, em alguns casos, foi mesmo necessário encaminhar pessoas para avaliação médica», revelou.
Além dos rastreios, o projeto procura sensibilizar a população para a prevenção e deteção precoce de doenças. «Isto vai muito além de um simples rastreio. Existe um primeiro contacto com os utentes para perceber quais são as patologias já diagnosticadas e identificar outras situações que possam ainda não ter sido detetadas», reforçou Alberto Azevedo.
Os responsáveis admitem a possibilidade de regressar à cidade, embora sublinhem que o projeto terá de ser avaliado. «Queremos regressar a Aveiro, porque acreditamos que este projeto faz todo o sentido. No entanto, trata-se de uma iniciativa com um investimento significativo e será necessário avaliar os resultados no final», afirmou Alberto Azevedo.
A Sandoz considera que o impacto junto das comunidades tem sido bastante positivo. «A recetividade, tem sido muito grande. Percebemos que este tipo de ações tem um impacto real na comunidade e esse é o nosso principal objetivo», sublinhou Sofia Lopes.
Os responsáveis destacaram, ainda, a importância do envolvimento das autarquias e entidades locais para o sucesso da iniciativa. «A articulação com autarquias, centros de dia e outras entidades locais é fundamental para mobilizar a comunidade e garantir um maior impacto destas ações», concluiu Sofia Lopes.











