
Um “abraço” às comunidades migrantes
A festa é de todos e para todos e, por isso, reserva um momento especial para abraçar as comunidades. É o Dia das Comunidades, que integra o programa das Festas de São Tomé nos últimos anos. O objetivo é «promover a integração» dos muitos migrantes que se instalaram no concelho. Serão mais de mil, com os brasileiros em maior número, mas uma comunidade significativa de venezuelanos, de cidadãos da Ucrânia e de Cabo Verde, entre outros países, num total de duas dezenas de nacionalidades. Isso significa que «as creches ficaram lotadas», as «turmas nas escolas cresceram» e o «mercado de arrendamento de casas ficou sem resposta».
«Alguns estão de passagem, mas há muitos que se instalaram no concelho», diz Artur Fresco, para quem esta nova realidade “exigiu” uma resposta no sentido de promover a sua inclusão e inserção. E as festas são um momento certo para este “abraço” às comunidades, com um momento que lhe é inteiramente dedicado e onde podem apresentar os sabores, o artesanato, na zona das Tasquinhas, onde também vão subir ao palco e dar a conhecer as sua cultura e as suas tradições.
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