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Homem detido por violar ex-companheira em Loulé

Os episódios de violência se «iniciaram em setembro de 2024, intensificaram-se a partir de abril de 2025, após o anúncio de uma gravidez, até à separação do casal, em dezembro do ano passado», refere a PJ em comunicado

A Diretoria do Sul da Polícia Judiciária (PJ) deteve, no passado dia 11, um homem, com 36 anos, pela presumível prática de crimes de violência doméstica e violação, cometidos sobre a ex-companheira, na residência onde esta habitava, em Loulé.
Em comunicado, a PJ explica que a investigação desenvolveu-se desde o início deste mês, após a prática de um crime de violação que vitimou a sua ex-companheira, que «vinha sendo alvo de violência doméstica, com múltiplos episódios de agressão física, alguns com internamento hospitalar».
Conseguiu apurar que os episódios de violência se «iniciaram em setembro de 2024, intensificaram-se a partir de abril de 2025, após o anúncio de uma gravidez, até à separação do casal, em dezembro do ano passado». Para consumar a violação, o agressor, com «antecedentes policiais e criminais por crimes violentos», entrou na residência, durante a madrugada, e surpreendeu a vítima com violência, empunhando uma arma, imobilizou-a, impedindo-a de resistir e colocou-se em fuga após as agressões.
Em comunicado, aquela força policial informa que as diligências investigatórias urgentes, que realizou entretanto, «permitiram reunir elementos probatórios fortemente indiciadores da prática dos crimes, viabilizando a emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito».
No dia da detenção, o suspeito intercetou a sua ex-companheira, na rua, exibiu-lhe uma arma e coagiu-a entrar na residência de uma vizinha, a qual conseguiu chamar a GNR, que fez deslocar meios ao local e cercar o imóvel. No interior, o agressor barricou-se, na posse de uma arma que utilizou para intimidar a sua ex-companheira, obrigando-a a manter relações sexuais, com recurso a violência.
«Após o ato, tentou escapar por uma janela, tento sido intercetado pelos elementos da GNR, ainda na possa da arma».
O detido será presente a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação.

Julho 13, 2026 . 14:58

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