
Recinto do forno romano de Eixo carece de trabalhos de manutenção
Lixo, entulho, paletes apodrecidas e restos de vegetação morta constituem o cenário atual do recinto do forno romano de Eixo, um espaço cuja gestão pertence à Junta de Freguesia de Eixo-Eirol e, por protocolo, aos escuteiros locais.
O forno romano foi casualmente descoberto em 1985 na zona da antiga lixeira de Ribas, em Eixo, sendo considerado um marco importante da época final da presença romana na região, entre os séculos III e V.
A estrutura cerâmica, que servia para o fabrico de tégulas, tijolos e outros materiais para construção, tem sido submetida a alguns trabalhos de resguardo e conservação, os últimos dos quais em 2017 por intermédio da Câmara de Aveiro. Nesse ano, o município instalou uma nova tela de proteção e foram efetuadas obras de conservação e restauro encomendadas a uma empresa especializada.
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