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Duas décadas a pintar o futuro do setor

Em 2001, quando a Mestre da Cor abriu portas em Santa Maria da Feira, o setor da distribuição de tintas em Portugal era dominado por grandes grupos internacionais e por uma lógica de mercado que deixava pouco espaço à especialização. Vinte e cinco anos depois, a empresa, liderada por Hugo Mendes, é uma das referências nacionais do setor, com mais de 200 colaboradores, um volume de negócios superior a 30 milhões de euros e uma presença que vai do continente às ilhas.

A Mestre da Cor não quis ser mais uma loja de tintas. Desde o início, apostou num modelo diferente, com especialização na comercialização multimarca, representações exclusivas para Portugal em segmentos complementares e diferenciados, como a construção, remodelação, reabilitação e bricolage. Uma proposta que soube responder tanto ao cliente profissional como ao particular, com um leque de soluções que cobrem todas as necessidades.

Ao longo de mais de duas décadas, esse posicionamento foi sendo consolidado com paciência e consistência, sustentado pela rede comercial, pelo reforço de parcerias com marcas de referência e por uma proximidade ao cliente que continua a ser o traço mais distintivo da empresa, resultando num Grupo Mestre que hoje emprega mais de duas centenas de pessoas e que fatura acima dos 30 milhões de euros anuais.

 

O momento em que crescer exigiu mais

Num mercado cada vez mais competitivo, internacionalizado e exigente, a Mestre da Cor chegou a um ponto em que a ambição ultrapassou os recursos disponíveis. Tornou-se claro que era necessário expandir a atividade, reforçar a capacidade operacional, diversificar a oferta e afirmar a presença em regiões estratégicas, tanto no continente como nas ilhas. Mas concretizar estes objetivos exigia investimento e, este, sem o parceiro certo, pode ser um travão.

A empresa tinha os planos, tinha a visão, tinha o historial, mas precisava de aceder a financiamento em condições adequadas à dimensão e ao ritmo do seu crescimento, sem comprometer a estabilidade financeira que levou anos a construir.

 

A Garantia Mútua como porta de entrada

Foi através da Linha BPF Invest Export que a Garantia Mútua entrou no percurso da Mestre da Cor. Ao partilhar o risco com a banca, a Garantia Mútua abre caminho a financiamentos com prazos mais longos e taxas mais competitivas, tornando viáveis investimentos que de outra forma poderiam enfrentar obstáculos de monta.

Para a Mestre da Cor, o impacto foi concreto e mensurável, com modernização de processos, reforço da estrutura comercial, melhor gestão de stocks, desenvolvimento de novas oportunidades de negócio e uma capacidade de resposta ao mercado que acompanhou, e antecipou, o aumento da procura. Além disso, o volume de negócios cresceu, os postos de trabalho foram mantidos e reforçados e a presença nacional alargou-se.

Uma PME que não se contentou com o suficiente

A história da Mestre da Cor é, no fundo, a história de uma empresa que recusou estabilizar quando podia crescer, identificou oportunidades quando o mercado apontava dificuldades e  encontrou na Garantia Mútua em particular uma alavanca para fazer mais e melhor. Uma atitude empresarial que, com 25 anos de experiência acumulada, que faz do Grupo Mestre um caso a seguir no setor da distribuição especializada em Portugal.

 

Sobre a Linha BPF Invest Export

Criada no âmbito do Programa Reforçar, a Linha BPF Invest Export surge como resposta direta ao novo cenário internacional, marcado pelo aumento de tarifas e instabilidade nos mercados globais. Visa apoiar o investimento e o fundo de maneio das Empresas Exportadoras Portuguesas, promovendo a sua adaptação a novos mercados, com foco nas geografias extracomunitárias.

 

A presente informação tem natureza meramente informativa e publicitária. Não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida, bem como da restante documentação aplicável a cada linha/instrumento de financiamento. A contratação de qualquer financiamento/garantia está sujeita à verificação de elegibilidade, análise de risco, aprovação pelas entidades competentes e ao cumprimento das condições específicas definidas para cada operação.

 

Julho 6, 2026 . 09:20

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