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PSD/Congresso já começou, com muitos dos ministros presentes

O 43.º Congresso Nacional do PSD começou às 10:52 de hoje no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, sob o lema da moção de estratégia do líder do partido, Luís Montenegro: "Trabalhar - Fazer Portugal Maior"

A reunião magna arrancou com muitos dos ministros do XXV Governo Constitucional presentes e uma plateia composta. Logo à entrada do Velódromo de Sangalhos podia ver-se dois painéis de homenagem a dois destacados dirigentes do PSD falecidos há pouco tempo, os ex-ministros Miguel Macedo e Nuno Morais Sarmento. Na sala, além de Montenegro, estavam os titulares das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, bem como os ministros Miguel Pinto Luz, Margarida Balseiro Lopes, Ana Paula Martins, Fernando Alexandre, Carlos Abreu Amorim ou José Manuel Fernandes. O momento alto foi a entrada do líder do executivo ao som de um dos hinos de campanha das legislativas, "o Ritmo da Mudança", acompanhado pelas palmas dos presentes. O arranque dos trabalhos deverá ficar marcado pela intervenção do primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, um dia após o chumbo da proposta do Governo de revisão do Código do Trabalho no Parlamento.

Montenegro afasta cenário de crise

O presidente do PSD afastou hoje um cenário de crise política a prazo em Portugal, defendendo que não tem nenhuma correspondência com a realidade do país, embora a comunicação social “tenha sempre muitas razões para dissertar”. Este breve comentário foi transmitido por Luís Montenegro à chegada ao Congresso Nacional do PSD, no Velódromo de Sangalhos, no concelho de Anadia, distrito de Aveiro.

Luís Montenegro não quis falar aos jornalistas à entrada para o congresso, alegando que o fará ainda esta manhã uma intervenção de fundo. “Já falo convosco a partir do púlpito do congresso. Depois, saberão o que tenho a dizer ao congresso e ao país. Farei então a minha análise da situação política”, declarou. Interrogado pelos jornalistas se o chumbo da proposta do Governo de revisão das leis laborais, na sexta-feira, no parlamento, coloca a prazo um cenário de crise política, o primeiro-ministro sorriu e comentou: “Os senhores têm sempre muitas razões para dissertar sobre muitas coisas que não têm nenhuma correspondência com a realidade”, reagiu. Luís Montenegro foi também por várias vezes questionado se Pedro Passos Coelho, antigo primeiro-ministro e presidente social-democrata “faz falta” ao congresso do PSD, mas o atual líder do executivo nada disse.

 

Junho 20, 2026 . 11:28

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