
PSD olha os portugueses nos olhos e toma as decisões difíceis
O PSD «é o que Portugal precisa» e o partido tem dado mostras de ser capaz de tomar as «decisões difíceis» que se impõem. Emídio Sousa, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, tomou, ontem, posse para um novo mandato como presidente da comissão política distrital (CPD) e logo vincou que os resultados eleitorais alcançados no distrito de Aveiro, em autárquicas, realçando a conquista de 12 das 19 câmaras em 2025, e nas legislativas, resultaram de uma postura afirmativa, de quem sabe que tem «de optar».
Sublinhou que, na hora de selecionar candidatos, a estrutura regional escolhe a pessoa «para ganhar a eleição», indo ao encontro dos desejos do eleitorado, e não por um critério de favoritismo ou relacionamento pessoal. «Ganhámos as câmaras de Aveiro e de Espinho porque tomámos decisões difíceis», enfatizou, referindo-se às polémicas surgidas com essas escolhas.
Orgulhoso do «caminho de vitória» percorrido, o líder da CPD recordou o lema da sua primeira candidatura, em 2022, «criar valor», e reafirmou que a estrutura está, «desde a primeira hora, ao lado de Luís Montenegro», o presidente do partido e primeiro-ministro, «para que Portugal recupere os valores do trabalho» e seja «um país respeitado no exterior».
Pediu aos dirigentes e militantes do distrito que se envolvam nas próximas decisões do PSD: a eleição, que será uma reeleição, do líder nacional e o congresso em Sangalhos, alertando para que tenham as quotas em dia e solicitando que ajudem a atrair novos militantes.
Registe-se que, na comissão política distrital, Emídio Sousa tem Silvério Regalado como 1º vice-presidente, que Clara Oliveira é vice-presidente, que Almiro Moreira é o tesoureiro e que Paulo Cavaleiro é o secretário-geral. A mesa da assembleia distrital mantém-se sob a presidência de Salvador Malheiro.
O deputado Hugo Soares, secretário geral nacional do PSD, foi a “estrela” convidada para o ato de posse e não desiludiu, salientando a influência aveirense nos órgãos partidários e no governo. Uma «representatividade» plenamente justificada, porque «as gentes» do distrito «têm feito muito pelo partido e, agora, pelo país».
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