
Comemorações do 25 de Abril integram programa diversificado na Mealhada
As comemorações do 25 de Abril já arrancaram na Mealhada e prolongam-se até ao fim do mês.
O arranque das comemorações ficou marcado pela inauguração, no dia 12, da exposição “A Música de Protesto - Contextos, vozes e significados”, promovida pela Rubato | Academia de Artes, uma mostra que explora o papel da música na construção da consciência social e política. A exposição está disponível até ao final deste mês, no Cineteatro Messias.
Amanhã, pelas 16 horas, o programa cultural prossegue na mesma estrutura com a tertúlia “A Música de Protesto: contextos, vozes e significados”, que inclui o lançamento do livro “Adriano”, de Octávio Fonseca, dedicado à vida e obra de Adriano Correia de Oliveira.
A 24 de abril, o palco do equipamento cultural recebe o “Quarteto Tomar-lhe o Gosto”, que revisita um período marcante da história nacional, evocando nomes como Zeca Afonso, José Mário Branco, Vitorino, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho, entre outros cantautores.
Já no dia 25 de abril, após a tradicional salva de morteiros, à meia-noite, no Jardim Municipal da Mealhada, serão realizadas, durante a manhã, as cerimónias protocolares, que incluem o hastear da Bandeira Nacional, a guarda de honra assegurada pelos Bombeiros da Mealhada e da Pampilhosa, o Hino Nacional executado pela Filarmónica de Luso, a largada de pombos, pelo Grupo Columbófilo da Mealhada e de Barcouço, e a deposição de uma coroa de cravos junto ao monumento aos mortos em combate do concelho. Segue-se a sessão solene da assembleia municipal, que integra um momento cultural evocativo da data.
No dia da Liberdade sobe também à cena o espetáculo “Cantar Abril”, pelo Grupo Coral Magister. O ponto alto da programação cultural acontece no dia seguinte, com o concerto de Camané, uma das «vozes mais emblemáticas» do fado. «Com uma carreira amplamente reconhecida, o artista promete um espetáculo de grande intensidade e emoção, onde tradição e contemporaneidade se cruzam», escreve a autarquia.
Para o presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco, celebrar esta data histórica é «dar voz à memória, honrar quem lutou por ela e inspirar as novas gerações a cuidar, todos os dias, deste bem maior que nos une, para, assim, construirmos um concelho mais livre e com a participação de todos».











