
“Sr. Bacalhau” lança o bacalhau da Noruega curado também com salicórnia
O “Sr. Bacalhau”, marca do Grupo Rui Costa e Sousa & Irmão S.A., apresentou, ontem, no restaurante salpoente, em Aveiro a sua mais recente aposta para o mercado português: o bacalhau da Noruega curado também com salicórnia.
Os convidados tiveram a oportunidade de provar lombos de bacalhau preparados segundo a tradição portuguesa de cura, valorizados com aquela planta, também chamada “sal verde” e abundante na ria. O prato foi confecionado pelo chef executivo Duarte Eira, em parceria com a empresa, num projeto que teve a colaboração do Conselho Norueguês da Pesca .
«Este bacalhau é uma proposta diferenciada que trazemos para o mercado», salientou Sandra Costa e Sousa, CEO (dirigente executiva) do grupo que tem sede em Tondela, fábricas na Gafanha da Nazaré e na Noruega e está presente no Brasil e nos Estados Unidos da América.
Deu nota de que o produto tem como alvos restaurantes e os consumidores privados, em especial os que apreciam «a gastronomia contemporânea».
Assinalando que a detentora da marca “Sr. Bacalhau” é «a única empresa portuguesa com fábrica na Noruega», onde se inicia o processo de cura do “Fiel Amigo”, a empresária explicou que o bacalhau vem para o nosso País já «no sal», com nota de que, aqui, a salicórnia é adicionada ao processo.
Sandra Costa e Sousa acentuou que a planta «é salgada e vive em água salgada», tendo propriedades benéficas para a saúde e também para o sabor. O processo de “criar” o bacalhau maturado também com a chamada “sal verde” passou por período de testes.
Auxílio na redução da hipertensão arterial, benefícios diuréticos e propriedades antidiabéticas e os benefícios da presença das vitaminas A, C e D, assim como as suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, são fatores inscritos na lista de predicados da salicórnia.
Proclamando que «o Sr. Bacalhau é a única empresa que controla o bacalhau da saída da água ao consumidor», o Grupo Rui Costa e Sousa & Irmão S.A. assume-se «uma referência» no mercado, detentor de «uma história de mais de 100 anos».
Como «a origem importa», fez-se parceiro da entidade que controla o pescado na Noruega, num caminho de garantir que vai oferecer sempre «o que de melhor a Noruega tem para oferecer».












