
Loja da Cavalinho em Lourosa foi furtada em três noites consecutivas
«Quem vem sabe ao que vem. São ladrões “por encomenda”», disse-nos Manuel Jacinto, o fundador da Cavalinho que, só em dois anos, se viu confrontado com «mais de 60 assaltos em todas as lojas» da marca que há no país. O maior foi levado a cabo «na loja de Viana do Castelo em plena luz do dia, precisamente há cerca de dois anos», recordou.
A situação que aconteceu na semana transata na loja situada na Avenida Principal, em Lourosa, concelho de Santa Maria da Feira, é mais um triste episódio para “somar ao infortúnio”, mas destaca-se pelo facto de o mesmo estabelecimento comercial, dotado de câmaras de videovigilância e alarme, ter sido furtado em três noites consecutivas. Das três vezes não se encontrava ninguém no seu interior.
O último furto ocorreu «na madrugada de sexta-feira passada, às 3.20 horas», contou ao Diário de Aveiro (DA) o empresário, acrescentando que «os outros dois foram entre as quatro e as cinco horas». Conforme nos descreveu, os meliantes, de capuzes e luvas, «levaram vários artigos, sobretudo bolsas e sapatos, para certamente venderem entre eles e também porta-a-porta». «Já é costume», prosseguiu, dando nota que, entre artigos e estragos, os prejuízos rondam os 15 mil euros.
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