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Da tragédia e da perda nasceu uma resposta social de acolhimento

Centro de Acolhimento Temporário “Crescer a Cores” foi criado pelos familiares das vítimas da queda da ponte e já acolheu mais de cem crianças e jovens. «Todos conhecem a história e sentem-se envolvidos», diz a diretora técnica

O sol já caiu quando paramos em frente a um portão vermelho que nos impede a passagem, numa descida contígua à Avenida Jean Tyssen, na freguesia de Raiva, no concelho de Castelo de Paiva. Deste território, de cerca de 12 quilómetros quadrados, eram provenientes 34 das 59 pessoas que foram arrastadas pelas águas do Dou­ro após a queda da Ponte Hint­ze Ribeiro, em Entre-os-Rios, no dia 4 de março de 2001.

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Março 16, 2026 . 09:45

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