
Esgueira foi sério, mas impotente para o Benfica
O Esgueira/Aveiro/OLI, já sem possibilidades matemáticas de prosseguir na Taça Hugo dos Santos, tinha no confronto com o Benfica um jogo de elevado grau de dificuldade.
E assim foi. A equipa aveirense, sem poder contar com o seu base titular (Hugo Ferreira), ainda conseguiu andar na frente do marcador nos primeiros minutos, foi sempre “sério” no confronto, mas acabou por não resistir ao maior poderio dos tetracampeões nacionais.
No final do primeiro quarto, o resultado ainda registava algum equilíbrio (23-29), mas, a partir daí, os “encarnados”, de forma natural, foram dilatando a vantagem. Com uma sequência de triplos já na reta final da partida, os lisboetas acabaram por vencer por 27 pontos (75-102). O treinador Norberto Alves aproveitou este jogo para dar mais tempo de jogo a jogadores que têm vindo a ser menos utilizados - casos, por exemplo, de Rasaq Yussuf , José Silva e Jonathan Andrade -, o que não impediu o Benfica de alcançar uma vitória inequívoca.
Individualmente, Delvin Barnstable, com 25 pontos, voltou a ser o melhor jogador da formação orientada por Sérgio Silva, enquanto que, no Benfica, Koby Mcewen e Daniel Relvão foram os que aproveitaram melhor o tempo de jogo concedido pelo treinador.










