
«Só quando vivenciamos a tragédia é que se planeia»
O presidente da Câmara de Ílhavo diz que é um erro esperar pelas tragédias para atuar. «Infelizmente, só quando vivenciamos a tragédia é que se discute, se reflete, se planeia, se perspetiva uma eventual necessidade de reformar estruturas, rever modelos de gestão e até atualizar o estatuto e o regime jurídico que sustentam a proteção civil, reforçando a descentralização, clarificando competências e valorizando os profissionais e voluntários que integram o sistema e a rede», disse Rui Dias na conferência “Ílhavo + Seguro, + Saudável”.
Para o autarca, é também preciso instituir «uma verdadeira cultura de prevenção». «Nenhuma reforma estrutural será suficiente se não existir uma verdadeira cultura e educação de prevenção. A pedagogia do risco e da segurança é um pilar essencial para a minimização dos impactos das calamidades ou dos acidentes», afirmou. «Saber o que fazer perante uma inundação, um incêndio, uma vaga de calor ou um acidente grave pode salvar vidas, pode fazer toda a diferença».
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










