
Mandarim no ensino básico em Aveiro cada vez mais perto de ser real
Maria Cruz, de 10 anos, frequenta a Escola Básica (EB) n.º 2 de Sâo Bernardo, onde foi criado, pela mão do Instituto Confúncio da Universidade de Aveiro (ICUA), um dos dois clubes de Mandarim do Agrupamento de Escolas (AE) José Estêvão. O outro funciona na própria escola-sede do AE (Secundária José Estêvão) e ambos são coordenados pela professora Sara Sousa, envolvendo já cerca de 45 alunos, de vários anos de escolaridade. Os encontros acontecem semanalmente, às quarta-feiras.
O Diário de Aveiro (DA) falou com a pequena Maria, ontem, ao início da tarde, já depois de ter terminado a Festa do Ano Novo Chinês, na qual participou vestida a rigor, como manda a tradição chinesa. Rodeada por outros alunos, entre os quais alguns que, mesmo não pertencendo ao clube, quiseram se associar às comemorações da entrada no Ano do Cavalo de Fogo, disse à nossa reportagem que foi «para o Clube de Mandarim, porque achei interessante». Questionada sobre se era difícil aprender Mandarim, respondeu que «não». Até então já sabe «contar até 99 e também os signos». Aliás, fez questão de partilhou connosco que era «ovelha». «Ovelha não. Sou cabra [o oitavo signo do zodíaco chinês]», corrigiu, logo de seguida, com a ajuda de uma colega.
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