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Mandarim no ensino básico em Aveiro cada vez mais perto de ser real

Só nos dois clubes de Mandarim do Agrupamento de Escolas José Estêvão, criados no início deste ano letivo, há cerca de 45 alunos inscritos

Maria Cruz, de 10 anos, frequenta a Escola Básica (EB) n.º 2 de Sâo Bernardo, onde foi criado, pela mão do Instituto Confúncio da Universidade de Aveiro (ICUA), um dos dois clubes de Mandarim do Agrupamento de Escolas (AE) José Estêvão. O outro funciona na própria escola-sede do AE (Secundária José Estêvão) e ambos são coordenados pela professora Sara Sousa, envolvendo já cerca de 45 alunos, de vários anos de escolaridade. Os encontros acontecem semanalmente, às quarta-feiras.

O Diário de Aveiro (DA) falou com a pequena Maria, ontem, ao início da tarde, já depois de ter terminado a Festa do Ano Novo Chinês, na qual participou vestida a rigor, como manda a tradição chinesa. Rodeada por outros alunos, entre os quais alguns que, mesmo não pertencendo ao clube, quiseram se associar às comemorações da entrada no Ano do Cavalo de Fogo, disse à nossa reportagem que foi «para o Clube de Mandarim, porque achei interessante». Questionada sobre se era difícil aprender Mandarim, respondeu que «não». Até então já sabe «contar até 99 e também os signos». Aliás, fez questão de partilhou connosco que era «ovelha». «Ovelha não. Sou cabra [o oitavo signo do zodíaco chinês]», corrigiu, logo de seguida, com a ajuda de uma colega.

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Fevereiro 26, 2026 . 10:00

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