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Amar-se primeiro é a chave para um amor saudável

A cuidar da mente há quase 30 anos, Alberto Lopes, neuropsicólogo e hipnoterapeuta, assegura que o «amor é simples», mas deve ser sustentado

Diário de Aveiro: Num tem­po marcado por instabilidade, fala-se ca­da vez mais de amor e afetos, mas muitas pessoas sentem-se mais sozinhas e infelizes. Como ex­pli­ca este aparente parado­xo?
Alberto Lopes: O Dia dos Namorados, conhecido como Dia de São Valentim, tem origem numa tradição associada a um sacerdote que, segundo a lenda, celebrava casamentos em tempos difíceis, quando estes eram proibidos. E o que nos convida esta história a refletir? Talvez que esta seja a altura ideal para voltarmos a olhar para o amor de forma consciente. Reconhecer que é o ódio que está na raiz de muitos dos problemas do mundo, e que nunca foi solução para nenhum, enquanto o a­mor continua a ser a única resposta capaz de transformar. A reflexão de hoje poderá ser esta: como estou eu a amar? E como estou eu a amar-me? Amo-me o suficiente para poder amar o outro de forma tranquila e saudável?

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Fevereiro 14, 2026 . 11:00

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