
Vindos de Cascais, os Duque Província vão estar no Quartel das Artes
Fundados no final de 2018, começaram por lançar “singles” de forma independente e, em 2022, lançaram o seu álbum de estreia, “2032”. Agora, o grupo composto por Henrique Gonçalves, vocalista e guitarrista, António Horgan, nas teclas, Philippe Keil, no baixo, e Francisco Cunha, baterista, está já a concluir o segundo álbum. Em entrevista, o vocalista da banda conta-nos um pouco acerca do percurso dos Duque Província até agora.
Diário de Aveiro: A música já fazia parte da vossa vida antes de serem parte dos Duque Província?
Henrique Gonçalves: Cada um de nós tem um contexto diferente na maneira como chegámos à música. Eu comecei a tocar guitarra quando tinha 13 anos e, a partir daí, comecei a interessar-me por música e por compor. O António, o teclista, tem formação musical e desde menino toca acordeão e fez depois a transição para o piano. O baixista, Philippe, foi muito cedo para o Hot Clube estudar jazz. E o Francisco, o baterista, se calhar foi o que cresceu mais no meio da música, porque o pai dele é guitarrista dos Delfins. Por isso, todos convergimos para este universo, de fazer canções nossas, porque também já temos este “background” desde pequeninos.
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