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Orçamento sem «rutura com o ciclo político anterior»

O executivo de Luís Souto viu o seu orçamento só receber o voto contra do Livre. A restante oposição optou pela abstenção

Foi apenas com o voto contra do Livre que o Orçamento e as Grandes Opções do Plano da Câmara para 2026 foram aprovadas na Assembleia Municipal, sexta-feira à noite. As críticas dos partidos da oposição foram resumidas pela socialista Cláudia Cruz Santos quando denunciou o «péssimo orçamento» preparado pela coligação PSD/CDS/PPM para o novo ano. Mas com exceção de Bruno Ferreira, do Livre, a oposição em bloco optou pela abstenção. «Devíamos votar contra mas não o vamos fazer. O executivo tomou posse há muito pouco tempo e não o vamos obstacularizar já», justificou a líder da bancada do PS.

Na abertura da sessão, o presidente da Câmara, Luís Souto, assumiu um projeto político «que vem na linha dos anteriores» mandatos, assente num orçamento «ambicioso mas muito credível». «Sempre dissemos ao que vínhamos, não há rutura com o ciclo político anterior», afirmou.

«Bem ao contrário» do que os outros partidos anunciaram, acrescentou o autarca social-democrata, a Aliança com Aveiro não irá «desmantelar o que estava previsto e comprometer o futuro de Aveiro», assegurando o prolongamento do «ciclo virtuoso de boa gestão pública».

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Janeiro 8, 2026 . 08:30

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