
Homem acusado em Lourosa por homicídio e profanação de cadáver
O homem, de 59 anos, que em abril do ano passado a Polícia Judiciária (PJ) deteve, fora de flagrante delito, pela presumível prática de homicídio qualificado, profanação de cadáver e abuso de cartão de pagamento, em Lourosa, acaba de ser acusado pelo Ministério Público de Santa Maria da Feira.
Recorde-se que, tal como o Diário de Aveiro noticiou oportunamente, a investigação teve início a 24 de abril, após o alerta dado referente ao desaparecimento de um indivíduo de 55 anos, ausente desde o dia 15. Rapidamente, a PJ desenvolveu diligências que culminaram na descoberta do corpo da vítima, enterrado num terreno baldio afeto à residência do então suspeito, na Rua 31 de Janeiro, no lugar da Cadinha. De acordo a informação oficial revelada na altura pelas autoridades, foi confirmado que vítima e agressor eram «velhos conhecidos», mantendo, inclusive, uma relação de namoro, existindo fortes indícios que o crime tinha sido cometido com o objetivo de o suspeito se apropriar dos bens da vítima.
Segundo a investigação, tudo aconteceu na casa do agora arguido. Após uma forte discussão entre o casal, o alegado homicida asfixiou o namorado, com as mãos, até à morte. Posto isso, arrastou o cadáver para o logradouro da habitação e abriu uma cova num local dissimulado pela vegetação.












