
Bispo fala na missão de se abrirem portas para os outros
O bispo de Aveiro afirmou, na missa de encerramento do Ano Santo 2025, que este jubileu dedicado à esperança foi «um dom e uma graça», e que a missão para o futuro é serem «portas abertas para os outros».
«Hoje, o que encerramos não é a graça divina, mas sim um tempo especial da Igreja; o que continua aberto é sempre o coração misericordioso de Deus. Fecham-se as portas santas em Roma, encerra o Jubileu nas diversas catedrais e igrejas espalhadas pelo mundo, mas a porta do nosso coração continua aberta para escutar a Palavra de Deus, para acolher o irmão que sofre e para perdoar”, disse D. António Moiteiro, na homilia da eucaristia que presidiu na Sé.
«O Jubileu foi um dom e uma graça, e a nossa missão para o futuro é sermos portas abertas para os outros», realçou no encerramento do Ano Santo 2025, na homilia intitulada “Converter-se em portas abertas para os outros».
O bispo de Aveiro deu «graças» pelo Jubileu diocesano que celebrou os 600 anos da catedral, entre 2023 e 2024, e pelo Jubileu universal da Esperança que concluíram na diocese, observando que «só Deus conhece os frutos e o bem» realizado na diocese, nas paróquias e no coração dos diocesanos».
D. António Moiteiro realçou a celebração do sacramento da Reconciliação, «os gestos de caridade para com os mais pobres», e a iniciativa que tiveram em ter «a adoração a Jesus todos os dias», no Santuário de Nossa Senhora de Vagos. Esta «é uma iniciativa a continuar» com uma intenção que «diz respeito a toda a diocese»: «rezarmos pelas vocações à vida matrimonial e de consagração – sacerdotais e religiosas».
Por ocasião da celebração da Festa da Sagrada Família de Nazaré, instituída para promover a santidade e os valores da vida familiar, o bispo de Aveiro convidou a diocese a contemplar a família de Nazaré e, a partir dela, «olhar e contemplar as famílias de hoje». «José e Maria, a sagrada família, mostram, com a sua simplicidade, que somente no cuidado ao irmão, na atenção, no serviço, se pode encontrar a verdadeira felicidade».














