
UA ajuda a melhorar cuidados de saúde
Rui Costa, diretor da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA), realçou a virtuosidade da «triangulação entre a formação, a investigação e a assistência» produzidas na área da saúde pela instituição académica aveirense nos últimos 25 anos.
Falando no Congresso de Saúde “Da Investigação à Prática Clínica”, que começou ontem e se estende até hoje para assinalar os «25 anos de excelência em saúde na Universidade de Aveiro», o responsável sublinhou os «benefícios para a população» do trabalho realizado pelo estabelecimento de ensino, desde logo na formação de muitos profissionais que estão hoje integrados em unidades do Serviço Nacional de Saúde, em IPSS ou em misericórdias. O acesso aos cuidados de saúde está «um pouco melhor» graças ao trabalho desenvolvido nos últimos anos pela UA, afirmou Rui Costa.
Francisco Amado, diretor do Departamento de Ciências Médicas, recordou várias «datas marcantes» no historial do setor da saúde na UA, a última das quais, em 2024, a criação do curso de Medicina, uma «velha e dura guerra» que foi finalmente vencida por Aveiro.
Para o dirigente universitário, a saúde é uma área «em profundo desenvolvimento», com transformações «muito rápidas» na formação ou na investigação. A resposta da universidade aveirense está a ser bem sucedida, acredita. «Criámos um ecossistema ímpar no país», o que «permite sonhar» que a UA se transforme «muito rapidamente» numa entidade «muito importante na área da saúde a nível nacional e internacional».
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