
Ciência é aliada do pescado nacional
Com «o apoio da ciência», o Governo vai a Bruxelas, para negociar com a Comissão Europeia (CE) as quotas de pesca a que Portugal terá direito relativamente a algumas espécies, nomeadamente ao tamboril, ao linguado, ao lagostim, ao goraz e à sarda.
Ontem, na abertura da conferência Expo Fish Portugal, Salvador Malheiro realçou que «o cenário» negocial previsto pela CE é «mau» para o nosso país.
«Vamos dar o nosso melhor», garantiu o secretário de Estado das Pescas e do Mar, falando em «período decisivo» e sublinhando que o «bom resultado» destas negociações depende da «demonstração científica» que a delegação portuguesa incluir nos seus argumentos.
Deu o exemplo do trabalho conjunto - quantificado - de Portugal e Espanha na «gestão da sardinha», que permite manter este recurso e a sua pesca.
O governante traçou um quadro risonho da economia do mar portuguesa, com nota de que, se a economia geral de Portugal está bem e com reconhecimento internacional, este seu segmento «ainda está melhor».
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