
Jacintos condiciona navegação no clube de vela
Espécie Invasora Uma quantidade indeterminada de jacintos-de-água viajou, nos últimos dias, da parte sul da ria, seguindo a maré vazante, pelo Canal de Mira e, empurrada pelos ventos de sul e sudeste, entre as barreiras que foi encontrando pelo caminho, acabou por entrar e fixar-se no interior do porto de abrigo do Clube de Vela da Costa Nova (CVCN), provocando, pelo menos, dois tipos de problemas. Um, evidente, é a dificuldade na saída, entrada e navegação das embarcações. O presidente da direção do CVCN, Paulo Ramalheira disse, ontem, ao Diário de Aveiro que «quem quiser dispor da sua embarcação está condicionado», pela massa de jacintos-de-água que se concentrou à superfície.
Outro problema é que uma parte dos jacintos deposita-se no fundo da ria, junto ao cais e pelo canal, «consolidando a sedimentação e contribuindo para o assoreamento», acrescenta. Tratando-se de uma planta aquática que se reproduz e cresce em meio doce, uma parte que não conseguir chegar ao mar e, morrendo devido à salinidade, fixar-se-á no fundo da ria.
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