
Livre viu impedida posse por videochamada
O Livre apresentou um pedido formal para que a tomada de posse do seu representante na Assembleia Municipal de Aveiro, Bruno Fonseca, fosse realizada por videochamada, justificando a ausência na sessão de instalação «por motivo de serviço público». O autarca encontra-se atualmente em comissão de serviço oficial no estrangeiro, impedindo a sua presença na cerimónia.
«Este pedido para tomar posse por videoconferência, uma solução simples e transparente, foi recusado pelo presidente da Assembleia Municipal anterior, Luís Souto — atual presidente da Câmara —, que também informou que, até que a tomada de posse seja realizada presencialmente, não é possível proceder à substituição temporária por outro membro da lista», refere o Livre em comunicado. Como resultado, lamenta o partido, «ficará temporariamente sem representação ativa na Assembleia Municipal até ao regresso do eleito».
Para o Livre, «existem precedentes e práticas atuais que já permitem participação digital em atos públicos», acrescentando que «o objetivo do pedido foi sempre assegurar que a vontade democrática dos eleitores fosse respeitada, garantindo representação política desde o início» do mandato.
O Livre compromete-se a «agir com serenidade institucional, responsabilidade democrática e total transparência, mantendo diálogo com as entidades competentes e avaliando alternativas para que futuras situações semelhantes possam ser tratadas com flexibilidade e justiça democrática».
Bruno Fonseca é o primeiro deputado municipal do Livre em Aveiro.













