
Seguro obrigatório chega à mobilidade leve
A nova legislação veio impor regras mínimas, mas os especialistas alertam: é fundamental que os utilizadores percebam a importância de estarem protegidos.
Segundo Nuno Fernandes, responsável pela N&A Seguros, agência exclusiva da Fidelidade, em Ílhavo, «o seguro é algo que previne uma eventualidade, seja ela qual for. A ideia é simples: garantir que a vida não pare».
Legislação chega a reboque
Para além dos tradicionais seguros automóvel ou de habitação, cada vez mais portugueses procuram proteção adicional, como seguros de saúde ou de acidentes pessoais. «O nosso índice médio é de 2,11 produtos por cliente». Segundo o mediador, a crescente consciencialização resulta não só de mudanças culturais, mas também de uma comunicação mais presente. «Hoje, é mais fácil vender um produto de proteção do que há 10 anos. As pessoas percebem que, se já é difícil fazer face às despesas do dia a dia, uma ocorrência inesperada pode agravar ainda mais a situação financeira», destacou.
Com o aumento do número de trotinetas e bicicletas elétricas nas ruas, a legislação começou a apertar. «A lei chegou atrasada, mas chegou bem», reconhece Nuno Fernandes.
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