
População em choque com morte trágica de Susana Gravato
«Era uma boa mãe, muito amiga dos filhos», garantiu à nossa reportagem, ontem de manhã, Rosa Vieira, que encontrámos na rua, não muito longe da casa onde a advogada e vereadora cessante do PSD da Câmara Municipal de Vagos, de 49 anos, terá sido supostamente assassinada com uma arma de fogo pelo filho mais novo. Além de vizinha da família, era amiga de longa data de Susana Gravato e pouco conseguiu falar quando a interpelámos sobre o trágico caso que, na terça-feira passada à tarde, surpreendeu tudo e todos na freguesia da Gafanha da Boa Hora, no concelho de Vagos, e também no resto do país.
Falámos com Rosa Vieira, de 47 anos, quando esta se dirigia, juntamente com a mãe, para a residência dos pais de Susana Gravato, ali nas imediações. «Vamos lá para estarmos um bocadinho com eles, neste momento de grande dor», contou esta amiga da vítima que nunca imaginou que «uma tragédia destas pudesse acontecer». «Ainda mais com a Susana, uma mãe amiga dos filhos, sempre presente, que fazia tudo por eles», acrescentou, visivelmente comocionada.
Durante o percurso, trocámos impressões também com Samuel Jerónimo, sócio-gerente do restaurante “20Age”, que conhecia Susana Gravato «por ela vir cá, regularmente, tomar café com a mãe e as amigas». «Era uma senhora simpática. Aliás, toda a família é simpática», sublinhou.
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