
Direção do Beira-Mar tem «um entendimento» com Afonso Miranda
Na edição de ontem do Diário de Aveiro, noticiámos que os sócios do Sport Clube Beira-Mar receberam uma convocatória, em que um dos quatro pontos (o segundo) da Assembleia Geral do próximo dia 31 é «Informação aos sócios sobre a aplicação da “regra de ouro”, respeitante ao triénio 2021-2024, nos termos e para os efeitos previstos no artigo 27.º, n.º4 dos Estatutos» do clube.
Nos Estatutos do Beira-Mar pode ler-se: «Deverá constituir “regra de ouro” de uma boa administração, objetivo essencial da atividade a desenvolver e fulcro da honorabilidade da Direção, que no final do seu mandato, a situação líquida do S.C. Beira-Mar, seja, se nada de anormal e extraordinário ocorrer, pelo menos igual à existente aquando da sua tomada de posse, devendo o eventual agravamento da mesma, após confirmação por auditoria promovida pela nova Direção, ser assumido solidariamente pelos membros em funções da Direção cessante».
Ontem, o presidente do Sport Clube Beira-Mar reagiu à notícia do Diário de Aveiro que, recorde-se, dava conta de que a aplicação da referida “regra de ouro” à anterior direção do clube, é algo que, para Nuno Quintaneiro Martins, «parte de um pressuposto que não tem fundamento». Através de mensagem, o dirigente refere que a direcção do Beira-Mar «tem um entendimento com Afonso Miranda sobre a “regra de ouro” e que irá partilhá-lo, primeiramente, com os sócios».
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