
Mandarim abriu caminhos profissionais à jovem Maria João Santos
Quando começou a aprender mandarim, a língua oficial da China, e sobre a cultura desse país, no 3.º e 4.º anos do ensino básico, num projeto-piloto lançado pelo município de São João da Madeira, Maria João Santos estava longe de saber que tinha encontrado um dos caminhos para a sua realização profissional.
Uma vez por semana, a primeira aproximação a essa língua e aos modos de vida do gigante asiático cativaram-na, pelo que se manteve nessa aprendizagem no 5.º ano, quando se tornou «opcional», até ao 9.º ano de escolaridade, na Escola Serafim Leite.
A agora professora de mandarim recordou o tempo em que aprendeu as primeiras palavras, como se apresentar e dizer as horas, ou identificar cores e objetos. O ciclo do 5.º ao 9.º anos trouxe mais «intensidade» às aulas, que também eram «divertidas» e até “saborosas”, quando a lição incluía comida e chá chineses.
Tinha aulas com duas professoras: uma portuguesa e outra chinesa, sendo que a lusa, Sara Sousa, é agora sua colega no Instituto Confúcio (IC) da Universidade de Aveiro (UA). Saiu do “curso” com um «vocabulário variado» e com mais conhecimentos sobre a China.
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