
Ribau Esteves oferece livro do Rossio aos críticos da obra
Tal como prometeu, o presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Ribau Esteves (PSD-CDS-PPM), governará até ao fim do mandato, o que quer dizer que tomará decisões até que a lei o permita, antes de lhe retirar poderes, como acontecerá a partir do dia 13, no dia seguinte às eleições. Nessa altura, começará um período em que apenas lhe serão permitidas ações administrativas até à tomada de posse do seu sucessor.
Por isso, a quatro dias das eleições, a assembleia municipal ainda reúne, extraordinariamente, com quatro propostas da câmara, agendadas para a sessão da próxima quarta-
-feira, para decidir, entre outros pontos, quanto ao Plano de Pormenor do Parque Desportivo de Aveiro (PDA), de relevante interesse dadas as intenções de investimento anunciadas, e ao “Relatório Final dos Liquidatários e Demonstrações Financeiras da AVEIRO-EXPO, EM, em Liquidação”.
O PDA «prevê a requalificação e valorização da área envolvente aos atuais equipamentos desportivos, com novas zonas habitacionais, áreas comerciais, serviços, espaços empresariais e equipamentos, nomeadamente uma unidade hoteleira com nove pisos, um campo de golf completo e uma unidade escolar».
Após as eleições, no dia 16, antes da tomada de posse do vencedor das eleições, a câmara ainda reunirá em privado, sendo um dos pontos da agenda o despacho do presidente que adjudica o projeto para a antiga Lota.
«Recauchutados»
Na última reunião pública, Ribau Esteves terminou como iniciou o mandato, de confronto direto permanente com o PS. Por isso, na reunião da passada quinta-feira, apelidou dois vereadores que estavam ao seu lado na reunião de «recauchutados», por substituírem outros dois que saíram no início do mandato, Manuel Oliveira Sousa e Joana Valente, e recordou a câmara «falida» que herdou.
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